Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isto lhe dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, ande. ATOS 3.6
Ele não podia andar, tendo de arrastar-se sobre seus joelhos. Passava seus dias entre o contingente de mendigos verdadeiros e falsos que cobiçavam as moedas dos adoradores que entravam no pátio de Salomão.
O homem necessitado viu Pedro e João, ergueu a voz e implorou por dinheiro. Eles não tinham nada para dar, mas ainda assim pararam. Pedro ajudou o homem a se erguer. O aleijado balançou como um bezerro recém-nascido tentando encontrar equilíbrio. Parecia que o homem ia cair, mas ele não caiu. Ficou em pé. E, em pé, começou a gritar, e os passantes começaram a
parar. Pararam e viram o aleijado pular.
Um olhar honesto se direcionou a uma mão ajudadora, que levou a uma conversa sobre a eternidade. Obras feitas em nome de Deus durarão mais que nossa vida terrena.
Que sejamos as pessoas que param junto ao portão. Olhemos para os feridos até que sintamos a mesma dor. Nada de passar rápido, de virar para o lado ou de desviar o olhar. Nada de fingir ou evitar falar sobre o assunto. Que olhemos para o rosto até que vejamos a pessoa.
Oremos: Senhor Jesus, existem tantas pessoas cujas necessidades só podem ser satisfeitas pelo teu amor gracioso. Quando eu vir pessoas necessitadas, ajuda-me a não passar correndo, mas a parar e estender uma mão auxiliadora.
(Texto: Max Lucado)
Assista ao clipe “Onde Estão” – Pedro Valença:

Sou amiga da esperança — e faço questão de apresentá-la a todos que cruzam o meu caminho. Transformei limitações em combustível. Dores em impulso. Desafios em direção. Cada obstáculo virou degrau. Cada queda, aprendizado. Se estou aqui, é porque escolhi ir além. E ainda não é o fim… Sou prova viva de que a força que me sustenta é maior que qualquer limite.
Pois sei que “Posso todas as coisas nAquele que me fortalece” (Filipenses 4:13) ❤️✨
